"Um mês após o lançamento do Atari ST chegou o muito antecipado Commodore Amiga. Fazia
multitarefa, tinha cor,
utilizava um rato e ícones. Era rápido, tinha imensa
memória e usava
disquetes de grande capacidade. Este era realmente o micro que se
esperava há dois anos que o mundo produzisse.
Por 1500 dólares, o Amiga foi inicialmente considerado mais como uma máquina profissional do que um computador doméstico. Recebia-se um
micro processador Motorola 68000 a 8 MHz, 256 KB de RAM
de memória e três fabulosos chips dedicados chamados Paula, Daphne e Agnus que aceleravam o processamento dos
grafismos e do som, deixando o processador principal ocupado com coisas melhores.
Teve uma interface gráfica a cores, dois anos antes da Apple, e sempre foi capaz da multitarefa mas, com todas aquelas cores, capacidades de áudio e duas portas para joystick, que destino caberia ao Amiga? Certo, adivinhou: apesar de ter deixado algumas marcas na pós-produção de vídeo o Amiga tornou-se a máquina a que aspiravam todos os apreciadores de jogos.
0 preço nunca desceu tanto como o do Atari ST, mas os dois disputaram duramente o mercado do entretenimento nos anos que se seguiram."
Personal Computer World nº138 Junho de 1998
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